Lendas animadas de Halo no pequeno ecrã
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Dom, 7/03/10 – 23:49 | One Comment

Halo Legends é uma compilação de sete histórias da saga Halo que agora são reunidas num disco; foram anteriormente disponibilizadas no Xbox LIVE, e foi na sede da ZON Lusomundo que a Microsoft Portugal apresentou …

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Bionic Commando – PS3 (versão testada), Xbox 360

Submitted by Luís Magalhães on Quarta-feira, 17 Junho 20092 Comments

Com um braço biónico e muito má disposição, Nathan “Rad” Spencer volta ao serviço na sequela de Bionic Commando, num jogo à moda antiga com os valores de produção da actual geração.

Bionic_Commando-2Como navegar um mundo 3D de forma eficiente e agradável? Desde a confortável inércia de Mario 64 até ao parkour relaxado de Assassin’s Creed, os jogos que lidam com este aspecto de uma forma única e de qualidade parecem ter automaticamente um lugar no coração dos jogadores.

Bionic Commando , tal como o seu protagonista, é bruto e pouco amigável, mas apesar disso, acabou por me conseguir cativar graças à sua mecânica principal: a utilização do braço mecânico para locomoção e combate.

Embora os níveis sejam relativamente fechados e restritos por zonas de morte súbita, quase tudo aquilo que é acessível serve como ponto de apoio para o gancho do braço, e o balanço, ângulo e direcção dos saltos não são quase nada automatizados, portanto, depois de um breve período de habituação e algumas mortes, rapidamente me encontrei a navegar com gosto pelas ruínas da cidade onde decorre o jogo.

Bionic_Commando-5Ao colocar a maioria da responsabilidade pela precisão da navegação nas mãos do jogador, Bionic Commando vai contra a tendência actual de tornar a intenção de movimento em realidade (inFamous, Assassin’s Creed) e segue pelo caminho da velha guarda: exigir perícia ao jogador, dando-lhe as ferramentas que precisa e esperando que ele as domine, uma aproximação que, por um lado, torna-o num jogo propício a momentos de frustração, mas por outro, potencia a satisfação quando se saca um “truque” realmente difícil, ou uma sequência de saltos particularmente avassaladora.

O resto do jogo segue os mesmos princípios de design: uma variedade robusta de armas, com munição e capacidade relativamente limitadas, encoraja-nos a utilizar tácticas variadas e o braço biónico em combate, normalmente para arremessar objectos do cenário contra inimigos. Coleccionáveis pairam tentadoramente sobre regiões perigosas ou aparentemente inalcançáveis, armadilhas para os mais incautos e vitórias para os mais hábeis. E o movimento lento de Nathan incentiva a que se passe o mínimo de tempo possível com os pés no chão. Os inimigos não perdoam, especialmente corpo a corpo, onde um par de golpes é o suficiente para ver o ecrã de loading.

Bionic_Commando-7Portanto, um autêntico jogo retro com gráficos dos dias de hoje, a única concessão aos padrões de design actuais sendo os checkpoints frequentes, a energia recarregável e as continues infinitas.

Gostei particularmente da integração do sistema de achievments / troféus com a evolução de Nathan. Embora as suas habilidades principais sejam desbloqueadas arbitrariamente ao longo do jogo (e com muito pouco sentido, diga-se de passagem), o jogo sugeria-me com frequência pequenos “desafios”, como por exemplo matar X inimigos de algumas maneiras específicas, que quando cumpridos, me premiavam com características secundárias, como maior capacidade de munição, ou maior resistência.

É mais um empurrão para experimentar ao máximo com as armas e habilidades à disposição, e os cenários variados e banda sonora cuidada, em conjunto com esta variedade e a peculiar forma de locomoção, mantêm interesse ao longo daquilo que é, no fundo, um conjunto de corredores e caixas lineares, ligados por ecrãs de carregamento. De facto, é um jogo que está no seu melhor quando está a ser jogado, já que a história é fraca e a actuação é bastante má. Salva esta componente uma sequência final bastante climática.

Bionic Commando não se esforça por fazer amigos, nem por facilitar a vida ao jogador, mas isto acaba por ser parte do seu charme. Situado algures entre a dificuldade típica dos jogos antigos, e os facilitismos dos jogos actuais, é um desafio agradável com algumas ideias únicas e uma realização muito cuidada, que acaba por retratar na perfeição a principal característica do jogo original. É uma boa lição acerca de como actualizar uma série clássica para os tempos modernos, e um jogo sólido por si só.

8 – Recomendado

Com um braço biónico e muito má disposição, Nathan “Rad” Spencer volta ao serviço na sequela de Bionic Commando, num jogo à moda antiga com os valores de produção da actual geração.

Como navegar um mundo 3D de forma eficiente e agradável? Desde a confortável inércia de Mario 64 até ao parkour relaxado de Assassin’s Creed, os jogos que lidam com este aspecto de uma forma única e de qualidade parecem ter automaticamente um lugar no coração dos jogadores.

Bionic Commando , tal como o seu protagonista, é bruto e pouco amigável, mas apesar disso, acabou por me conseguir cativar graças à sua mecânica principal: a utilização do braço mecânico para locomoção e combate.

Embora os níveis sejam relativamente fechados e restritos por zonas de morte súbita, quase tudo aquilo que é acessível serve como ponto de apoio para o gancho do braço, e o balanço, ângulo e direcção dos saltos não são quase nada automatizados, portanto, depois de um breve período de habituação e algumas mortes, rapidamente me encontrei a navegar com gosto pelas ruínas da cidade onde decorre o jogo.

Ao colocar a maioria da responsabilidade pela precisão da navegação nas mãos do jogador, Bionic Commando vai contra a tendência actual de tornar a intenção de movimento em realidade (inFamous, Assassin’s Creed) e segue pelo caminho da velha guarda: exigir perícia ao jogador, dando-lhe as ferramentas que precisa e esperando que ele as domine, uma aproximação que, por um lado, torna-o num jogo propício a momentos de frustração, mas por outro, potencia a satisfação quando se saca um “truque” realmente difícil, ou uma sequência de saltos particularmente avassaladora.

O resto do jogo segue os mesmos princípios de design: uma variedade robusta de armas, com munição e capacidade relativamente limitadas, encoraja-nos a utilizar tácticas variadas e o braço biónico em combate, normalmente para arremessar objectos do cenário contra inimigos. Coleccionáveis pairam tentadoramente sobre regiões perigosas ou aparentemente inalcançáveis, armadilhas para os mais incautos e vitórias para os mais hábeis. E o movimento lento de Nathan incentiva a que se passe o mínimo de tempo possível com os pés no chão. Os inimigos não perdoam, especialmente corpo a corpo, onde um par de golpes é o suficiente para ver o ecrã de loading.

Portanto, um autêntico jogo retro com gráficos dos dias de hoje, a única concessão aos padrões de design actuais sendo os checkpoints frequentes, a energia recarregável e as continues infinitas.

Gostei particularmente da integração do sistema de achievments / troféus com a evolução de Nathan. Embora as suas habilidades principais sejam desbloqueadas arbitrariamente ao longo do jogo (e com muito pouco sentido, diga-se de passagem), o jogo sugeria-me com frequência pequenos “desafios”, como por exemplo matar X inimigos de algumas maneiras específicas, que quando cumpridos, me premiavam com características secundárias, como maior capacidade de munição, ou maior resistência.

É mais um empurrão para experimentar ao máximo com as armas e habilidades à disposição, e os cenários variados e banda sonora cuidada, em conjunto com esta variedade e a peculiar forma de locomoção, mantêm interesse ao longo daquilo que é, no fundo, um conjunto de corredores e caixas lineares, ligados por ecrãs de carregamento. De facto, é um jogo que está no seu melhor quando está a ser jogado, já que a história é fraca e a actuação é bastante má. Salva esta componente uma sequência final bastante climática.

Bionic Commando não se esforça por fazer amigos, nem por facilitar a vida ao jogador, mas isto acaba por ser parte do seu charme. Situado algures entre a dificuldade típica dos jogos antigos, e os facilitismos dos jogos actuais, é um desafio agradável com algumas ideias únicas e uma realização muito cuidada, que acaba por retratar na perfeição a principal característica do jogo original. É uma boa lição acerca de como actualizar uma série clássica para os tempos modernos, e um jogo sólido por si só.

8 – Recomendado

2 Comentários »

  • Games For PSX | PS2 | PS3 | Xbox | Dreamcash » Bionic Commando – PS3 (versão testada), Xbox 360 disse:

    [...] volta ao serviço na sequela de Bionic Commando, num jogo à moda antiga com os valores de … leia mais games ps2 ps3 cheats [...]

  • andrebottles disse:

    Epá o jogo tem muito potencial que a meu ver não é bem concretizado. O ambiente gráfico é bom, e a jogabilidade é como dizes, é uma questão de hábito, e os combates (alguns) estão fixes. Mas depois tem muitos problemas que retiram grande parte do gozo. Não há checkpoints, morres facilmente devido a erros escusados e tem que se voltar bem atrás no nível… mas a culpa talvez seja da mecânica em si que a meu ver não funciona bem em 3D, ou pelo menos podiam ter feito os níveis de forma a funcionar melhor!

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